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Capitel Califal

Séc. XI

MNMC 611

 

Proveniente de Montemor-o-Velho, é um capitel de mármore branco, de tipo coríntio, densamente decorado com folhas de acanto.

 

As nervuras dos acantos resumem-se a um simples caule central, sendo toda a restante superfície tratada a trépano, incluindo a roseta central, totalmente diluída entre as folhagens, e as próprias volutas.

 

Imagens e símbolos esculpidos em pedra, madeira, marfim ou moldados no barro. Nelas vivem, em silêncio, visões serenas, tumulto das paixões humanas. 

Escultura

Virgem do Ó

Séc. XIV

MNMC 645

 

A devoção a Nossa Senhora é um dos fenómenos religiosos mais significativos do período gótico. A figuração mais original deste período é a Virgem em pé, expectante, popularmente designada como Virgem do Ó. Representa um tipo iconográfico de grande aceitação na Península Ibérica.

 

Este exemplar, proveniente da Sé Velha, é uma das mais conseguidas realizações do seu grande divulgador: Mestre Pero. Das suas mãos saíram algumas das melhores imagens que se conhecem deste período. São esculturas devocionais, de vulto, quase sempre em calcário policromado, apresentando características constantes.

 

Cavaleiro Mediaval

Séc. XIV

MNMC 704

 

O cavaleiro representa Domingos Joanes, sepultado na Capela dos Ferreiros, como testemunham os atributos militares – elmo, cota de malha, escudo de armas e espada, sapatos de bico e esporas – e heráldicos – escudo de azul, com aspa de prata acompanhada de quatro flores-de-lis de ouro – que ostenta.

 

A exaltação dos valores militares integra-se num contexto funerário, associando o cavaleiro a uma dimensão religiosa, bem característica da espiritualidade medieval.

 

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